Identidade, biometria e cadastros vivem em silos isolados — cada órgão, cada empresa, cada base com a sua própria verdade.
O resultado é fricção, fraude e decisões cegas.
O Ceará nos contratou para construir a plataforma estadual de interoperabilidade: uma camada única que conecta órgãos, bases cadastrais e sistemas legados para que informações de cidadão circulem com contexto, governança e segurança.
Saúde, educação, segurança, fazenda, assistência social — cada secretaria com seus próprios sistemas. Nosso papel: fazer tudo conversar.
Em quase todas as secretarias, o mesmo padrão: a promessa de interoperabilidade batia contra duas barreiras concretas antes mesmo da primeira integração sair do papel.
Os dados estão lá — em bancos, planilhas, sistemas legados — mas raramente expostos por uma API moderna. Cada integração começa do zero, exigindo desenvolvimento sob medida para cada órgão.
Custo · Tempo · AtritoMesmo quando uma API existe, ninguém sabe onde ela mora, quem é o dono, o que ela retorna, ou se ainda está no ar. A descoberta é manual, por boca-a-boca, e depende de conhecimento tribal.
Fragmentação · OpacidadeO iLink Edge é instalado dentro da infraestrutura do órgão, conversa diretamente com bancos e sistemas legados, e — com IA — descobre o esquema, gera APIs automaticamente e as registra no Core.
O dado nunca sai do ambiente do órgão. Nenhuma integração precisa de desenvolvedor sob medida.
O Core recebe as APIs registradas pelos Edges e mantém um índice unificado, descobrível e contextualizado.
Toda consulta passa por uma camada de IA que entende a pergunta, descobre quais APIs responder e orquestra a resposta em linguagem natural.
Edge nos órgãos, criptografia ponta a ponta, Core inteligente. Cada passo auditado e protegido por ICP-Brasil e biometria.